Empresas Associadas:

HISTÓRIA DA ACIAP

PARTE I

(de 3/09/1968 a dezembro de 1979)

A fundação, os primeiros sócios, a dormência da entidade, a re-estruturação e a criação do SPC.

           A História da Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Horizontina, começava a ser escrita oficialmente em 3 de setembro de 1968 com a eleição e posse da primeira diretoria, que tinha a testa Arnoldo Evaldo Guerhardt. Na época era denominada de ACI de Horizontina, e a primeira reunião de diretoria registrada em ata, foi aos doze dias do mês de setembro, com as presenças do presidente e dos integrantes: Arno Alfredo Quinot, Carlos Willy Kopp, Analoni Walace Hiller e Amandio Avelino Bauer. Jorge Antônio Dahne Logemann participou do encontro em nome do Conselho da Entidade. O Dr. Carlos Noskoski e o Sr Bruno Bohnen - Presidente e Secretário respectivamente, do Conselho de Fomento ao Desenvolvimento Agropecuário de Horizontina, existente na época, fizeram a entrega de um livro de atas, um livro para registro de presenças dos associados nas assembléias e NCR$ 148,00(cento e quarenta e oito cruzeiros novos) dinheiro arrecadado em campanha para criação da ACI.

       Começava a elaboração dos estatutos sociais, cujo modelo para aprovação foi levado aos associados em 3 de outubro daquele ano. Cinco dias depois eram instituidos os valores para a jóia e mensalidades para os sócios da nova entidade, estabelecida a jóia em NCR$ 10,00, a mensalidade mínima de NCR$ 2,00 e máxima de NCR$ 6,00 conforme o capital registrado de cada empresa. Definia-se também que todas as reuniões ordinárias da entidade ocorreriam ás segundas-feiras e as extraordinárias conforme necessidade.

      O primeiro evento em que a Associação Comercial e Industrial de Horizontina participou regionalmente, já reconhecida como entidade foi nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro em Santo Ângelo, por ocasião do 1º Seminário Regional de Associações Comerciais e Industriais, evento que tornaria-se um marco no desenvolvimento dos dois setores em termos de organização de classe.

        As primeiras adesões associativas a ACI de Horizontina foram formalizadas em 2 de dezembro de 1968 e foram as seguintes:Arlindo Bastian, Nelson Nestor Breuning, Orlando Maier, Sociedade Contábil Quinot & Müller Ltda, Ramão Antônio dos Santos, Implementos Máquinas e Mecânica Ltda, Antônio Egon Stein, Carlos Willy Kopp, Valmir Gollin, Orlando Finger, Leonardth & Hatje Ltda, Feix&Cia Ltda, Anselmo Fenner, Edwin Schuster &Filhos Ltda, Armindo Buldrin, Higino Nelsis Cassol, Lori Walter Schröeder, Zeno Aloisio Endres, Bernardo Schmidt, Wolfran&Cia Ltda, Arno Feix, Faustino Luiz Guarienti, Sisto Pacifico Bellinaso Winter, Kohls&Cia Ltda, Alvim Wilhelm Dreissig, Berger&Wehner Ltda, Luiz Michalski, Urbano Endres, Cláudio W Wickert, Guilherme Servat, Blondino Günther, Reinaldo Rohde, Aurélio Clemente DallAgnese, Indústria de Máquinas Agricolas Pampa Ltda, Henrique Fritz, Lourenço Nunes da Silva, Arnaldo Helmut Armindo Tischler, Auto Mecânica Horizontina Ltda, Cerâmica Bündchen Ltda, Waldy Fagundes e Almiro Fagundes, Galdino Didonet& Cia Ltda, Laurindo Ignácio Berwian, V.Carlos Stol&Cia Ltda, Augusto Preuss, Henrique Peiter, José Galiotto, Pedro Peters, Breno Arno Henn, Eduardo Augusto Link, Leonardo Kaniéski, Monteiro&Loresan Ltda, Irmãos Golin Ltda, Ido Jung, Reinoldo Tilvitz, Irmãos Dahm Ltda, Romeu Schöninguer, Waldemar Weber, Bertin Feix, Edgar Horst, Roberto Walter Buss e Schneider Logemann&Cia Ltda (sessenta associados)

     De 1970 a 1979 a Associação Comercial e Industrial viveu momento difíceis, com muitas necessidades, mas poucas pessoas com tempo disponível para dedicar-se a ACI. Walter Bündchen chegou acumular o cargo de prefeito da cidade com o de presidente. Carlos Willy Kopp lhe auxiliou até o ano de 1972. Os anos seguintes mergulharam a entidade à inércia, e só em 1979 sob a direção de Orlando Maier, 2º vice-presidente que havia sido eleito em 1972 ocorria o reinicio dos trabalhos, um encontro realizado em 14 de setembro junto a sede do Banco do Brasil, sob a coordenação de Elfio Rocha Mendes, então gerente, encarregado como líder da comissão de re-estruturação. Naquela data decidia-se que a ACI passaria a funcionar em sala da antiga Jurisplan Organizações, que funcionava na Rua Uruguai, ao lado da atual Weiss Calçados, tendo sido eleito para a presidência Lidio Barrichello, substituido ainda durante o mandado pelo primeiro vice-presidente João Daniel. Uma decisão importante estava tomada ao final do encontro: Criava-se o SPC- Sistema de Proteção ao Crédito de Horizontina sendo seu primeiro presidente o Sr Armindo Leonhardt. Nesta data também eram recebidos em doação móveis de escritório da Comercial Schneider&Logemann e da SLC SA.

 

Parte II

A renúncia surpreendente de Lidio Barrichello, a energia positiva de Orlando Maier, a saida da associação de dentro da prefeitura, o direito a voto na implantação do distrito industrial, a vinda ao município pela primeira vez dos presidentes da Fiergs e Federasul articuladas pela gestão Julio Ames e Ivar Ulrich. O apoio a instalação da Brigada Militar, Corpo de Bombeiros, compra do primeiro telefone e contratação da primeira funcionária.

     Em 1980 a Associação Comercial Industrial e Agropecuária vivia um leve período de turbulência depois do surpreendente pedido de demissão, em caráter irrevogável do então presidente Lidio Barrichello. Lidio Barrichello justificou seu descontentamento com uma nota publicada pela rádio onde questionava-se o fato de o mesmo presidir a ACIAP sendo apenas um funcionário de empresa e não um empresário. Outro desgosto foi o fato de não ter sido convidado pelo prefeito da época para as festividades da semana do município, e que quando dirigiu-se até ele para saber os motivos o mesmo teria lhe dito, “Esqueci que existia a Associação Comercial”.

     Com a renúncia da Barrichello assumiu a entidade o vice-presidente João Daniel. Em outubro de 1980 assume a presidência o empresário Orlando Maier permanecendo no cargo até outubro de 1981 passando o comando a Julio Ames. Esse passaria a presidência da entidade em dezembro de 1982 a Ivar Anélio Ulrich, que na reta final de mandato foi substituido pelo seu vice-presidente Ernesto Kochann. Neste período a associação alugou uma peça para o funcionamento da ACI/SPC, pois até então dependiam da cedência de uma sala na prefeitura. Comprou o primeiro telefone e contratou a primeira funcionária que foi Elena Sthal. Para custear a compra do telefone o presidente Orlando Maier pagou com seu dinheiro e depois a entidade o ressarciu com prestações mensais. No período a ACIAP foi parceira também para a instalação predial do quartel da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros.

     Uma das grandes conquistas também foi o direito da ACIAP participar com poder de voto da implantação do distrito Industrial. Neste periodo relata ainda Ivar Ulrich que pela primeira vez vinham ao município atendendo convite da diretoria os presidentes da Federasul e da Fiergs, que realizaram encontros e trocaram informações com a diretoria e com os empresários. Em 1981 o crescimento do empresariado local demandava maior eficiência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, com o que a diretoria iniciou mobilização para essas melhorias. Mais funcionários, modernização da sede e instalação de equipamentos da atual ECT foram conquistados. Foi um tempo de grandes dificuldades financeiras, até mesmos as assinaturas de jornais tiveram de ser suspensas para reduzir despesas mas tudo foi sendo superado.

 

PARTE III

 

De 1985 a 1993, gestões dos presidentes Egon Klaesener, Valdir Bundchen, Irineu Colato, André Schmidt e Valdir Zaleski.

A volta da democracia para a escolha do prefeito. O primeiro promocional para incentivar as compras locais denominado “aqui se ganha, aqui se gasta”, a circulação do primeiro boletim impresso, grandes bailes para escolha da Rainha da Indústria e Comércio, a entrada em vigor da nova constituição em 88, a Mapic 90, o repensar Horizontina  e a construção da sede própria.

O ano de 1985 iniciava com a ACIAP conquistando seu associado de número 100. As dificuldades financeiras para manutenção da entidade não davam trégua. Duas empresas resolveram antecipar as doze parcelas anuais de suas mensalidades para auxiliar a entidade no pagamento do segundo aparelho de telefone instalado para atender ao SPC. A associação pedia providências naquele ano a prefeitura em razão dos problemas da iluminação pública e falta de capina em ruas da cidade. Ao fazer essas reivindicações era chamada a contribuir nas discussões sobre o novo plano diretor da cidade, e assim ocorreu. No ano de 1985 Horizontina vivia um momento novo. Passava a ter direito de pelo voto direto e secreto eleger seu prefeito. A ACIAP fazia a sua parte neste momento pleno de resgate da democracia e convidava os candidatos a prefeito e vice para expor suas propostas em uma reunião/jantar.

    O comércio neste tempo já enfrentava a evasão das compras fora da cidade. Uma campanha denominada  “Aqui se Ganha, Aqui se gasta” foi lançada visando a conscientização. Em função da expansão da SLC, crescia a necessidade de qualificar a mão de obra. Foram realizados vários cursos (Foto). Uma das dificuldades desse tempo foi conscientizar os empresários da necessidade da busca coletiva de benefícios. Muitos associavam e depois passavam a exigir beneficio imediato próprio. Um tempo onde a ACI contribuía com combustível para que o patrulhamento da cidade a noite pudesse ser feito pela Brigada Militar.

    Melhorar a comunicação e o marketing das empresas foi uma das ações da gestão de Valdir Bundchen, trazendo o saudoso professor Eclair Moraginski  para realizar palestra aos empresários. Buscados neste tempo também, até mesmo  em audiência com o governador do Estado Pedro Simon acesso a financiamentos para o desenvolvimento empresarial. A expansão do distrito industrial era muito discutida. Em 1988 circulava o primeiro informativo da ACI de Horizontina com 200 exemplares, patrocinada a sua confecção pela SLC. Em 1988 muitos encontros debatiam a entrada em vigor da nova constituição. Eram na época premiados os empresários destaques e escolhia-se em grandes bailes a Rainha da Indústria e Comércio. Em fevereiro de 1990 a primeira feira do comércio de Horizontina era realizada, nas imediações do CTG Carreteiros de Horizonte. Denominava-se Mapic 90. Pouco depois institui-se o Repensar Horizontina, que objetivava planejar estrategicamente o desenvolvimento local. A sede própria da associação viria em seguida na gestão do presidente Valdir Zaleski.

 

HISTÓRIA DA ACIAP PARTE IV

As gestões de Valdir Zaleski e Luiz Alberto Xavier da Costa(Beto).

A construção da sede própria da Aciap, o estimulo aos supermercados com o fechamento da cantina da SLC, a Mapic 95, o grande promocional após o Plano Real, a luta pela melhoria das comunicações telefônicas da cidade.

Valdir Zaleski assumiu a entidade com uma discussão já encaminhada em prol da construção da sede própria da ACI, porém na prática tudo estava por fazer, no que se refere a obra. Foi preciso muito esforço, mas o principal desafio era concluir esse sonho dos associados durante aquela gestão. Era necessário dar um basta à alta inflação e o país ingressava na era do Plano Real em 1994, o empresariado por sua vez vivia um tempo de muita apreensão. Palestras eram trazidas para explicar e tranqüilizar os empresários sobre o novo momento econômico do Brasil. Com o crescimento do parque fabril da SLC John Deere e o crescimento do comércio, a estrutura de telecomunicações da cidade demandava fortes investimentos.

    A ACIAP não se furtou de sua responsabilidade e prospectou contatos com a CRT e poder público dando inicio as mobilizações. O empresariado era convidado pelo Sebrae a visitar balcões do sistema em Santa Catarina. Chegou o grande dia, a sede da ACIAP ia para a Dahne de Abreu 613. Era lançado um promocional para incentivar as vendas no comércio local, com vários prêmios. Para cada R$ 30,00 em compras o consumidor tinha direito a uma cautela. Em Novembro de 1995 a Mapic 95 era realizada na Avenida Imigrantes dependências do CTG e comunidade Católica, o Sebrae confirmava apoio ao evento subsidiando 40% do valor das estandes às pequenas empresas.

    Grandes shows eram trazidos pela organização, entre eles os grupos Garotos de Ouro, Nenhum de Nós e o cantor João Chagas Leite. A gestão de Luiz Alberto Xavier da Costa-Beto, tinha como norte a qualidade. A grande empresa horizontinense iniciava seu processo de implantação da gestão pela Qualidade Total e os empresários tomavam conhecimento através de palestras. Beto sentia a necessidade de formatar relação mais estreita com Sebrae, Senai, Fiergs, Sesi, Sesc e Senac. Viveu-se a experiência com a Holding Comunitária e nesse período aprovou-se o Regimento Interno do SPC. O Balcão Sebrae vinha a Horizontina pela primeira vez, com sua unidade móvel, fazendo atendimentos e prestando consultoria a dezenas de empreendedores locais. Iniciava seu trabalho na ACIAP, a colaboradora Lucia Jurach, que por uma década esteve atuando na sede administrativa.

 

História da Aciap parte VI

Gestão 2000, 2001 e 2002

Maria Claudete Becker, a mulher que com pioneirismo geriu a Aciap por dois anos, fala do surgimento de novas lideranças, da implantação da parceiros voluntários, do início da construção do Parque de eventos com os primeiros recursos aportados na aquisição da área, da realização do baile da Aciap.

Aspectos da gestão

Para a empresaria Claudete, os aspectos mais marcantes da sua gestão “estão ligados as inúmeras ações desenvolvidas contando com o apoio, participação e envolvimento de pessoas muito especiais que fizeram parte da diretoria e de projetos da ACIAP”, além de colaboradores da entidade. Muitos dos projetos foram iniciados na sua gestão, e para outros foi dado seqüência, já que vinham sendo desenvolvidos nos anos anteriores. Ao falar da história da Aciap faz questão de lembrar de alguns dos colegas de diretoria e parceiros da época. “Mario Manjabosco, Dario Berger, o Kito Rohde Rosane Pizarro, Elisabeth Nagel, Neusa Rodrigues, Alceu Franck, Geanine de Oliveira, Karin Schoenknecht, Rosane Berwian, Eliseu de Oliveira, Charles Kochhann, Amália Leal, Luiz Butzke, Marcos Schneider, Marla Engler, o Fernando Costa, Janice Bruxel, Rubens Beras e Lucia Jurach”, lembra Claudete. Dentre duas ações, algumas de cunho estrutural com a organização da Diretoria em Departamentos, criando espaços específicos com o Departamento da Mulher Empresária, Departamento do Jovem Empresário, Departamento de Comércio Exterior e Departamento de Patrimônio.

Fatos mercantes

Embora o fato de presidir a ACIAP seja algo por si só marcante na vida da empresaria, alguns fatos marcaram esse período. Instalação da unidade da Parceiros Voluntários, no município de Horizontina em março de 2001, via ACIAP, com a presença da Maria Elena Johannpeter, na época presidente Executiva da Parceiros Voluntários no Estado do Rio Grande do Sul. Está momento é um marco para a história da entidade, quando as ações em prol do social tomam forma institucional ao implantar a ONG no município.

Logo em seguida a participação da reunião do Conselho Deliberativo da Parceiros Voluntários, do qual fazem parte executivos de grandes empresas do estado, falando em nome da ACIAP, Claudete recorda que ao falar sobre o trabalho voluntário realizado pelos empresários de Horizontina e a importância do voluntariado, foi saudada por Jorge Gerdau Johannpeter que participava da reunião. “Ele escreveu uma frase e deixou para a sua esposa, a qual dizia: Maria Elena, essa moça é um espetáculo, penso que será uma grande líder em qualquer atividade”. Claudete conta que guarda essa frase até hoje como um troféu. Para a empresário o elogio é compartilhado com a classe empresaria que lhe confiou a presidência da ACIAP e realizou obras que rederam a apresntação no encontro estadual.

Modernizar e prepara para o futuro foi o rumo escolhido por Claudete para sua gestão. Adoção e implantação pela ACIAP de diversos projetos como Junior Achievement, Programa Empreender; Reuniões almoço “Fique por Dentro”; Natal para Todos e Natal Premiado; aproximação da entidade com eventos e instituições– Mostra Cultura Gaúcha do Município; Faculdade de Horizontina; Seminários de Desenvolvimento Regional; Semana da Pátria; Seminário de Fruticultura; Conselho Municipal de Transito; Conselho Municipal de Turismo: Conselho Municipal de Desenvolvimento; Comitê Regional de Turismo – Rota do Rio Uruguai , entre outros, são algumas das ações que nasceram e/ou foram incentivadas pala ACIAP no período de 2000 a 2002.

A comemoração dos 33 anos da ACIAP

Para Claudete o período em que esteve a frente da Aciap foi iluminado como a festa de aniversario, dos 33 anos, realizada no dia da data de fundação da entidade. Uma solenidade no final do dia, na rua em frente a antiga sede da ACIAP, com tochas de fogo iluminando o jardim, balões soltos ao vento, e o Hino Nacional interpretado por aquela que mais tarde se tornaria conhecida nacionalmente num programa musical: Shirlei Morais cantou Hino Nacional Brasileiro durante a abertura do evento. A banda de fanfarra do Colégio Frederico Jorge Logemann desfilou talento na apresentação. A promoção do baile dos 33 anos, corou a comemoração.

O período de 2000 a 2002 foi produtivo no que se refere e eventos. Foram realizadas duas Mostras Agropecuárias Industriais e Comerciais (Mapic), presididas pelos empresários Luiz Butrzke em 2000 e Marcos Aurélio Schneider em 2002. Além de promover as potencialidades do municípios as duas mostras deixaram saldo positivo, tanto que com o resultado da mostra de 2002, foi feita uma doação por parte da ACIAP de um valor de R$ 22 mil para a aquisição da área que hoje está construído o  Parque Municipal de Eventos. Na ocasião, um evento no Clube Campestre marcou o momento.

Um fato negativo

Em dezembro de 2000 quando foi realizado a promoção do Natal Premiado em parceria com o Poder Público Municipal houve uma crise institucional entre a Prefeitura Municipal e a Aciap. O município havia se comprometido em doar o primeiro prêmio da promoção, uma motocicleta, zero quilometro. Após o sorteio quando deveria ser entregue o prêmio ao ganhador, o município não havia pago o fornecedor da moto, que requisitou de volta a mercadoria, deixando o premiado sem o prêmio. O fato repercutiu de forma negativa para ACIAP, com empresários cobrando uma explicação da diretoria e também o cumprimento na entrega do prêmio. O então prefeito da época que assumiu o compromisso de fazer a doação do prêmio, e que no mês de janeiro 2001 já havia entregue o cargo, pressionou para que o motivo da não entrega do bem ao ganhador não fosse divulgado, o que gerou muito desconforto entre os envolvidos. O prefeito que acabava de assumir o cargo em 2001, reconhecendo o desgaste que a situação estava causando, decidiu autorizar o pagamento da moto e, assim o caso foi encerrado. E finalmente o ganhador pode levar para casa o seu prêmio.

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